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Gerenciador de tarefas para equipes: o que é, como usar e as melhores práticas

Lista de tarefas, quadro ou processo automatizado: veja os tipos de gerenciador de tarefas para equipes, quando cada um serve e como usar bem.

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Gerenciador de tarefas para equipes: o que é, como usar e as melhores práticas

Um gerenciador de tarefas para equipes é uma ferramenta que mostra o que precisa ser feito, quem é o responsável e qual é o prazo de cada atividade. Há três tipos principais: a lista de tarefas, o quadro de colunas e o processo automatizado num sistema de processos (BPMS). A lista e o quadro servem bem para trabalho que muda toda semana; quando a mesma tarefa se repete com regra, aprovação e prazo, o melhor é transformá-la em processo. A escolha depende menos da ferramenta e mais do tipo de trabalho da equipe.

O que um gerenciador de tarefas precisa mostrar

Qualquer que seja o tipo, um bom gerenciador de tarefas responde a quatro perguntas sem ninguém precisar perguntar a ninguém.

Ilustração de prancheta de gerenciamento de tarefas com relógio e lápis
  • O que precisa ser feito, descrito de forma que outra pessoa entenda.
  • Quem é o responsável, com um nome só por tarefa.
  • Até quando, com prazo combinado.
  • Em que pé está: a fazer, em andamento, parada ou concluída.

Se a equipe ainda descobre o andamento perguntando no grupo de mensagens, a ferramenta não está cumprindo o papel, seja qual for.

Lista, quadro ou processo: os três tipos de ferramenta

As ferramentas de tarefas se dividem em três famílias, cada uma boa para um tipo de trabalho.

Profissional de costas olhando uma parede cheia de notas adesivas
TipoComo funcionaQuando serve
ListaTarefas em linhas, com responsável e prazoEquipe pequena, trabalho simples e variado
QuadroCartões que andam por colunas (a fazer, fazendo, feito)Trabalho que muda toda semana, projetos e campanhas
ProcessoCada pedido segue etapas fixas, com regra, alçada e prazoTrabalho repetido: pagamentos, admissões, contratos, chamados

A lista é o ponto de partida e funciona enquanto todos enxergam tudo. O quadro mostra o fluxo de uma vez e ajuda a ver onde as tarefas se acumulam. O processo é outra lógica: a tarefa não é criada à mão, ela nasce quando alguém faz um pedido e chega sozinha a quem deve executá-la, na vez dela.

Quando o quadro de tarefas deixa de dar conta

O quadro é ótimo para projetos e para trabalho criativo, mas começa a falhar quando a mesma sequência se repete dezenas de vezes por mês.

Os sinais são conhecidos:

  • Alguém recria o mesmo cartão a cada pedido, copiando a lista de passos.
  • A aprovação acontece fora da ferramenta, por e-mail ou mensagem, e não fica registrada.
  • A regra depende de quem lembra: quem aprova acima de certo valor, que documento precisa ir junto.
  • O prazo estoura sem aviso, porque o cartão parado não chama ninguém.
  • Ninguém sabe dizer quanto tempo cada etapa leva, porque não há histórico.

Nesse ponto o trabalho deixou de ser tarefa solta e virou processo. Veja a diferença em workflow e BPMS.

Como escolher o gerenciador de tarefas da equipe

A escolha fica mais simples quando parte do trabalho, não da lista de recursos de cada ferramenta.

Equipe em reunião analisando gráficos em uma tela
  1. Liste o que a equipe faz numa semana comum e separe o que é projeto (tem começo e fim) do que é rotina (se repete).
  2. Para projetos e trabalho variado, use lista ou quadro, com um responsável por tarefa.
  3. Para rotinas com aprovação, documento e prazo, desenhe o processo: etapas, regras, alçadas e exceções.
  4. Coloque a rotina num sistema de processos, para a tarefa chegar a quem deve com o que precisa para ser feita.
  5. Defina o que vai ser acompanhado: prazo, tarefas atrasadas e tempo por etapa.
  6. Revise depois de um mês com quem usa e ajuste o que travou.

Para entender como os projetos se organizam, veja gestão de projetos; para o jeito de trabalhar em ciclos curtos, metodologias ágeis.

Boas práticas para usar o gerenciador no dia a dia

A ferramenta só ajuda se a equipe confiar nela, e a confiança vem de alguns hábitos simples.

  • Um responsável por tarefa. Tarefa de "todos" é tarefa de ninguém.
  • Prazo combinado, não imposto. Quem executa diz quanto tempo leva; o gestor ajusta a prioridade.
  • Tudo dentro da ferramenta. Combinado fora dela se perde; comentário e anexo ficam junto da tarefa.
  • Revisão curta e frequente. Uma olhada semanal no que está parado vale mais que uma reunião longa por mês.
  • Poucas colunas e poucas etiquetas. Quanto mais simples, mais a equipe atualiza.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre gerenciador de tarefas e gestão de projetos?

O gerenciador organiza as atividades do dia a dia. A gestão de projetos planeja um esforço com começo, meio e fim, e usa um gerenciador de tarefas como uma das ferramentas.

Planilha serve como gerenciador de tarefas?

Para poucas tarefas, ajuda a ter a lista. Mas a planilha não avisa quando o prazo chega, não registra quem mudou o quê e depende de alguém lembrar de abri-la.

Gerenciador de tarefas e BPMS são a mesma coisa?

Não. O gerenciador organiza tarefas criadas pelas pessoas. O BPMS conduz um processo repetido: a tarefa nasce do pedido e segue regra, alçada e prazo até o fim. Veja os benefícios do BPMS para o controle de atividades.

Quantas ferramentas a equipe deve usar?

O mínimo possível. Uma para projetos e trabalho variado, e as rotinas repetidas rodando como processo, já resolvem a maior parte das equipes.

Como a Speedtask transforma tarefas repetidas em processo

Na Speedtask, empresa de gestão de processos e documentos desde 2008, a rotina que se repete vira processo funcionando. Com o BPMS, cada pedido roda com regra, prazo e responsável: a tarefa chega a quem deve, na vez dela, a aprovação vai a quem tem alçada e o atraso aparece antes de acontecer, com os indicadores no painel.

A mesma equipe levanta o processo com a sua área, configura, treina e sustenta depois, para empresas de todo o Brasil. Veja como entregamos.

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